Estendo o olhar
e
na amplitude
vejo fragmentos de mim...
Tento medir
o sentido das palavras
e me quedo medindo o vazio
em múltiplas extensões....
Desejo...
e
num breve lamento
me entorpeço sem nada que dizer...
Reviro as palavras
que enjeitadas
prolongam o silêncio...
Sou nada...
e se tudo o que tenho para ser
se alimenta do metal frio
Subtraio-me na AUSÊNCIA
e na metáfora do vazio...
17 de Maio de 2006
Wednesday, May 17, 2006
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