Monday, January 08, 2007

AD INFINITUM

Para Mula


Amo cada átomo do teu corpo,

Amo cada gesto casual que o silêncio não perturba,
amo-te até te sonhar de olhos abertos
nos incertos momentos que nos cercam

Amo-te assim como és sem nadas nem porquês

E até te amo quando não estás

Porque

No vazio da cadeira onde te sentas

Sinto que já te pertenço de alma e coração.

Sinto que não é em vão amar-te assim

Porque

O tempo é breve e no amanhã terei que te dizer adeus.



Lamego, 15 de Dezembro de 2006

1 comment:

Anonymous said...

Como o amor nos prende desta forma... E nos deixa marcas para sempre... Está sempre presente, mesmo na ausência física. Mas dói... Tristes dos que não conseguem amar... Consola-te com isso.
Beijoca.

P.S. É estranho como podemos amar mais do que uma pessoa, ao mesmo tempo...