Para Mula
Amo cada gesto casual que o silêncio não perturba,
amo-te até te sonhar de olhos abertos
nos incertos momentos que nos cercam
Amo-te assim como és sem nadas nem porquês
E até te amo quando não estás
Porque
No vazio da cadeira onde te sentas
Sinto que já te pertenço de alma e coração.
Sinto que não é em vão amar-te assim
Porque
O tempo é breve e no amanhã terei que te dizer adeus.
Lamego, 15 de Dezembro de 2006
1 comment:
Como o amor nos prende desta forma... E nos deixa marcas para sempre... Está sempre presente, mesmo na ausência física. Mas dói... Tristes dos que não conseguem amar... Consola-te com isso.
Beijoca.
P.S. É estranho como podemos amar mais do que uma pessoa, ao mesmo tempo...
Post a Comment